Almeida Henriques suspeito de “ligações perigosas” ao empresário José Agostinho - Edição Jornal
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Almeida Henriques suspeito de “ligações perigosas” ao empresário José Agostinho

Almeida Henriques suspeito de “ligações perigosas” ao empresário José Agostinho

O presidente da Câmara de Viseu, Almeida Henriques, estará a ser investigado pela Polícia Judiciária do Porto, e Ministério Público, por suspeitas de ter sido facilitador dos negócios de José Agostinho Simões, o empresário viseense detentor da marca Tomi, um dos acusados no processo do Turismo do Porto e Norte de Portugal.

Segundo o JN, o autarca viseense terá sido “escutado” pela judiciária, e o Ministério Público terá provas de “ligações perigosas” entre o autarca e o empresário. Diz o jornal, que através de uma empresa “testa de ferro”, a QI Consultadoria, desde 2010 que Almeida Henriques teria uma avença mensal de 1.200 euros, por serviços prestados enquanto esteve no Governo, e como deputado no Parlamento.

Em 2011, Almeida Henriques deixou a gerência da QI Consultadoria e tomou posse como secretário de Estado, passando a estar ligado aos fundos do Quadro de Referência Estratégica Nacional, que, segundo a investigação, deu 2,8 milhões de euros em apoios a José Agostinho.

Ainda segundo o JN, que cita fontes ligadas ao processo, Almeida Henriques terá contactado autarcas como Manuel Machado, de Coimbra, e Rui Moreira, do Porto, para que recebessem o empresário viseense, e em 2015, terá intercedido junto do presidente da Agência para a Modernização Administrativa, Pedro Silva Dias, para contratar os serviços de José Agostinho, e da Tomi.

Ao jornal, Almeida Henriques recusou qualquer declaração, mantendo a posição já anteriormente assumida que apenas se pronunciará quando for oficialmente conhecido o que consta do processo.

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