Apoios para recuperar áreas e bens ardidos não bastam para o Presidente da CIM Viseu Dão Lafões - Edição Jornal
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Apoios para recuperar áreas e bens ardidos não bastam para o Presidente da CIM Viseu Dão Lafões

Apoios para recuperar áreas e bens ardidos não bastam para o Presidente da CIM Viseu Dão Lafões

Os apoios para reconstruir as centenas de casas e empresas destruídas pelos incêndios deste ano, para a reflorestação da região e para a recuperação da agricultura, não bastam para travar o despovoamento do interior da região Centro, defendem os municípios do interior Centro.

O grande incêndio de Pedrogão e o de 15 de Outubro que atingiu praticamente toda a região Centro, para além de tirarem a vida a mais de uma centena de pessoas, destruíram mais de um milhar de casas, e mais de 500 empresas, além de devastarem cerca de 500 mil hectares de floresta, situação que deixa a região interior Centro, mais exposta ao abandono, alertam os autarcas.

Os apoios para a recuperação das áreas e bens ardidos são considerados indispensáveis mas não chegam.

Rogério Abrantes, autarca de Carregal do Sal e presidente da CIM Viseu Dão Lafões, defende a aposta em infraestruturas, que, na sua perspetiva, são fundamentais para ajudar o interior a recuperar e a tornar-se mais desenvolvido e dá dois exemplos: uma estrada alternativa ao IP 3, entre Viseu e Coimbra, e um aeroporto na região Centro que, defende o autarca, deveria ser instalado em Coimbra ou em Viseu, e que servisse para promover a deslocação de turistas para o Interior.

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