COVID-19: CÂMARA DE VISEU CONDICIONA USO DO PARQUE URBANO DA CIDADE E FECHA PARQUE INFANTIL - Edição Jornal
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COVID-19: CÂMARA DE VISEU CONDICIONA USO DO PARQUE URBANO DA CIDADE E FECHA PARQUE INFANTIL

COVID-19: CÂMARA DE VISEU CONDICIONA USO DO PARQUE URBANO DA CIDADE E FECHA PARQUE INFANTIL

A Câmara de Viseu condicionou o uso e a permanência das pessoas no parque urbano da cidade e encerrou um parque infantil. A autarquia garante que também já alertou as autoridades, que garantem estar “atentas e vigilantes” para aglomerados de pessoas em determinados espaços no concelho, em especial na ecopista do Dão.

O presidente da Câmara, Almeida Henriques, diz que à autarquia chegaram relatos da grande concentração de pessoas no parque urbano de Santiago e na Ecopista do Dão, em especial no troço entre Aguieira e Tondelinha, e lembra que “não são permitidas atividades lúdicas e desportivas coletivas” no concelho, e que estas situações “são punidas por lei “no âmbito do Estado de Emergência que está em vigor. O autarca viseense diz que já pediu às autoridades “uma intervenção mais firme” para evitar estes abuso.

Como medida de prevenção à pandemia covid-19, a Câmara de Viseu decidiu que “a utilização do parque urbano está condicionada” e que “não é permitida a concentração de pessoas, não são permitidas atividades lúdicas ou desportivas coletivas, como jogar às cartas ou jogos com bola coletivos”, tendo ainda encerrado “o parque infantil”, lembrando ainda que  atividade física ou de recreio com crianças “está limitada a períodos de curta duração”.

Por parte da PSP, segundo informação do comando distrital, não há, até à data, “qualquer intervenção por desobediência” e que os agentes têm optado por “sensibilizar a população, que tem aceite bem as medidas restritivas que estão impostas pelo estado de emergência” em vigor.

Já o comando territorial de Viseu da GNR garante que “o patrulhamento foi reformulado” , mais adaptado `situação que se vive em Portugal, e que os militares da GNR “têm feito um trabalho mais de sensibilização e pedagogia”.

As caminhadas não estão proibidas e a GNR tem “mantido uma atuação de pedagogia lembrando as pessoas que devem manter um distanciamento adequado e de segurança, e que as façam sozinhos ou, no máximo, duas pessoas”, segundo o tenente-coronel Adriano Resende.

Entre os locais que a GNR tem vigiado estão as associações locais e os centros culturais das localidades, em especial os que têm bar aberto à população” e, aqui, o responsável explicou que “tem havido alguma intervenção na sensibilização de que só pode estar aberto se vender para fora e estão proibidos os ajuntamentos lá dentro”.

“Sabemos que muitas pessoas de idade estão habituadas a passar as suas tardes a jogar às cartas, cada um no seu lado da mesa, mas estamos a dar instruções para não o fazerem, não é permitido, e, até à data, as pessoas estão a respeitar as nossas orientações e ainda não verificámos que voltassem ao mesmo”, explicou Adriano Resende.

Esta e outras notícias para ouvir em desenvolvimento na Estação Diária – 96.8 FM ou em www.968.fm.