Não está Prevista a Construção de mais Barragens no Distrito de Viseu - Edição Jornal
18330
post-template-default,single,single-post,postid-18330,single-format-standard,bridge-core-1.0.5,qode-quick-links-1.0,ajax_fade,page_not_loaded,,hide_top_bar_on_mobile_header,qode-theme-ver-11.0,qode-theme-bridge,wpb-js-composer js-comp-ver-6.0.3,vc_responsive

Não está Prevista a Construção de mais Barragens no Distrito de Viseu

Não está Prevista a Construção de mais Barragens no Distrito de Viseu

O ministro do Ambiente disse em Viseu que não está prevista a construção de mais barragens para abastecimento de água às populações, defraudando as expectativas de vários autarcas da região que viam na construção de uma nova barragem a resolução dos problemas de abastecimento dos 8 concelhos do distrito que se juntaram na constituição da empresa intermunicipal “Águas de Viseu” e que defendem uma nova barragem no rio Vouga.

João Matos Fernandes afastou a hipótese de construção de uma nova albufeira e defendeu outra solução que passa pela interligação de outras barragens ao sistema de Fagilde. O ministro foi mais longe e defendeu que, no futuro, está pensada uma solução que passa pela reutilização das águas provenientes das ETAR´s que, depois e devidamente tratadas, poderão ser reaproveitadas para a rede pública de abastecimento.

Quanto à Barragem de Fagilde, que em 2017 atingiu mínimos de armazenamento históricos, o ministro do Ambiente descartou qualquer operação de limpeza do seu fundo, considerando que o desassoreamento do leito da barragem não se justifica e que os ganhos de armazenamento seriam tão reduzidos que não se justifica. Opinião que não é partilhada por Almeida Henriques, autarca de Viseu, que considera que a operação permitiria aumentar em cerca de 1 milhão e meio de metros cúbicos a capacidade de armazenamento de água em Fagilde.

Esta e outras notícias para ouvir em desenvolvimento na Estação Diária – 96.8 FM ou em www.968.fm.